Kit Dueto
Uma jornada histórica em duas garrafas: três madeiras nobres e uma edição limitada reunidas em uma oferta especial.
A Casa Studart comercializa bebidas alcoólicas. Para entrar, confirme que você é maior de idade.


Duas expressões da Casa Studart reunidas em uma jornada histórica.
Para colecionadores: Edição Comemorativa pelos 40 anos da transição democrática no Brasil.
Para colecionadores: Edição Comemorativa pelo Bicentenário das Relações Brasil – Reino Unido.
Prêmios internacionais de qualidade. Alta licorosidade, baixa acidez, aroma de anis estrelado e um sutil sabor de oliva verde.
Exala aroma amendoado, com notas adocicadas de baunilha e mel. No paladar, remete ao sabor de especiarias.
Percepção alcoólica macia, dulçor delicado e aroma frutado. Remete ao sabores de baunilha, chocolate e amêndoas.
A alquimia de transmutar cachaça bruta em ouro pelo envelhecimento em madeiras nobres
Uma jornada histórica em duas garrafas: três madeiras nobres e uma edição limitada reunidas em uma oferta especial.
Bebida complexa, elegante e marcante. Exala aroma de tabaco, com notas de amêndoas e casca de bergamota. Sabor de maçã verde e uma discreta nota de pimenta. Retrogosto persistente de cítrico…
Bebida elegante e marcante, aroma com notas de amêndoas tostadas, chocolate amargo e baunilha. O paladar amadeirado e de especiarias doces. Retrogosto longo e sofisticado que remete a whisky. Harmoniza bem com charutos.
Alta licorosidade, baixa acidez, aroma de anis estrelado e um sutil sabor de oliva verde. Prêmios internacionais de qualidade.
Bebida perfumada e marcante, com percepção alcoólica leve e sutil. Exala aroma amendoado, com notas adocicadas de baunilha e mel. No paladar, apresenta leve picância que remete ao sabor de e…
Percepção alcoólica macia, dulçor delicado e aroma frutado, tendendo ao cítrico. Remete ao sabores de baunilha, chocolate e amêndoas.
Envelhecida em barril único de carvalho francês que antes guardou Vinho do Porto Tawny. Aroma envolvente, alta licorosidade e corpo aveludado, com notas persistentes de tabaco…
Próxima safra prevista para novembro de 2026
Perfil frutado e macio, com perfume e sabor de damasco, maçã e baunilha. Envelhecida em duplo carvalho, para quem prefere a cachaça sem aspereza…
Próxima safra prevista para novembro de 2026
Aroma de frutas secas com um leve defumado. Sabor que remete a whisky, com notas de baunilha e favo de mel. No retrogosto, um tabaco persistente. Combina com carnes vermelhas, especialmente …
Próxima safra prevista para outubro de 2026
Bebida perfumada e com frutado marcante. Exala aroma complexo, com notas de avelã e o frescor de pera madura. O sabor remete ao cacau. Tem leve picância. Retrogosto com dulçor persistente…
Próxima safra prevista para 2027
Desde o Século XVI com whisky na Escócia
Desde o Século XIX com cachaça no Brasil
A Casa Studart Cachaçaria foi criada com o objetivo de resgatar uma tradição familiar em destilados, que teve início no Século XVI, quando William Thomas Studart começou a produzir e a comercializar uísque na pequena cidade de Dunbar, sudeste da Escócia, até chegar a meu bisavô, Carlos Guilherme Gordon Studart, que em 1892 começou a produzir cachaça no Ceará.
Coube a mim, Carlos Hugo, assim batizado em homenagem a meu bisavô, prosseguir com uma tradição familiar de quatro séculos, interrompida em 1965 com o falecimento de Carlos Gordon.
A Casa Studart tem sua sede na cidade histórica de Pirenópolis, Goiás, localizada a 150 km de Brasília e a 120 km de Goiânia. Oferecemos tão-somente cachaças dos segmentos premium, extra-premium e reservas especiais.
Hugo Studart | Mestre-Cachaceiro
Ler maisDialogue diretamente com o Mestre-Cachaceiro
Tão-somente cachaças dos segmentos premium, extra-premium e reservas especiais.
Uma jornada histórica em duas garrafas: três madeiras nobres e uma edição limitada reunidas em uma oferta especial.
Bebida complexa, elegante e marcante. Exala aroma de tabaco, com notas de amêndoas e casca de bergamota. Sabor de maçã verde e uma discreta nota de pimenta. Retrogosto persistente de cítrico…
Bebida elegante e marcante, aroma com notas de amêndoas tostadas, chocolate amargo e baunilha. O paladar amadeirado e de especiarias doces. Retrogosto longo e sofisticado que remete a whisky. Harmoniza bem com charutos.
Aroma de frutas secas com um leve defumado. Sabor que remete a whisky, com notas de baunilha e favo de mel. No retrogosto, um tabaco persistente. Combina com carnes vermelhas, especialmente …
Próxima safra prevista para outubro de 2026
Bebida perfumada e com frutado marcante. Exala aroma complexo, com notas de avelã e o frescor de pera madura. O sabor remete ao cacau. Tem leve picância. Retrogosto com dulçor persistente…
Próxima safra prevista para 2027
Alta licorosidade, baixa acidez, aroma de anis estrelado e um sutil sabor de oliva verde. Prêmios internacionais de qualidade.
Bebida perfumada e marcante, com percepção alcoólica leve e sutil. Exala aroma amendoado, com notas adocicadas de baunilha e mel. No paladar, apresenta leve picância que remete ao sabor de e…
Percepção alcoólica macia, dulçor delicado e aroma frutado, tendendo ao cítrico. Remete ao sabores de baunilha, chocolate e amêndoas.
Envelhecida em barril único de carvalho francês que antes guardou Vinho do Porto Tawny. Aroma envolvente, alta licorosidade e corpo aveludado, com notas persistentes de tabaco…
Próxima safra prevista para novembro de 2026
Perfil frutado e macio, com perfume e sabor de damasco, maçã e baunilha. Envelhecida em duplo carvalho, para quem prefere a cachaça sem aspereza…
Próxima safra prevista para novembro de 2026
Diga o que você costuma beber — whisky, vinho, cachaça branca — e o Mestre-Cachaceiro indica a garrafa certa.
Edição Comemorativa pelos 40 Anos da transição democrática no Brasil.
Descrição sensorial
Bebida complexa, elegante e marcante. Exala aroma de tabaco, com notas de amêndoas e casca de bergamota. Sabor de maçã verde e uma discreta nota de pimenta. Retrogosto persistente de cítrico e defumado. Remete ao Bourbon.
A história
A cachaça Doutor Ulysses é uma homenagem a Ulysses Guimarães, principal líder político que conduziu o Brasil para uma transição pacífica de volta à Democracia. Enquanto o país atravessava seus Anos de Chumbo com uma esquerda radical que entrara na luta armada, de um lado, e com uma repressão militar violenta e desproporcional, Doutor Ulysses liderou a oposição firme, contudo pacífica, à ditadura instaurada.
Deputado Federal por São Paulo, foi anticandidato à Presidência da República em 1974, em eleição indireta. Não para ganhar, mas com o objetivo de percorrer o Brasil pregando a volta à Democracia. Depois, liderou a luta pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, com a volta dos exilados políticos. Liderou a campanha da Diretas Já, a eleição direta para a Presidência da República. Liderou a construção de uma nova Carta Magna. Foi de novo candidato à Presidência. Faleceu em outubro de 1992, em acidente de helicóptero no litoral norte de São Paulo. Seu corpo jamais foi encontrado.
A Casa Studart batizou esta cachaça em sua homenagem como forma de lembrar que, neste momento histórico de radicalização política recíproca, precisamos nos inspirar em Doutor Ulysses para encontrar a pacificação do Brasil.
A cachaça que ocupa a garrafa de Doutor Ulysses foi elaborada com requinte e sofisticação pelo coronel José Antônio Pires Gonçalves (1931-2015) a partir da cachaça branca Alma Gêmea, destilada duas vezes em alambique de cobre, filtrada cinco vezes e depois arejada. Em 2009, a Alma Gêmea conquistou Medalhas de Prata no Concour Mondial de Bruxelles e no San Francisco World Spirit Competition. Em 2010, ganharia Medalha de Ouro em San Francisco com a Alma Gêma Ouro, envelhecida 6 anos no carvalho americano.
O fundador da Alma Gêmea faleceu em 2015. Seus familiares encerraram as atividades da destilaria em 2022. Por ser uma raridade, a Casa Studart Cachaçaria adquiriu o lote remanescente da destilaria para oferecer aos nossos apreciadores. Um trabalho de marchand da cachaça, enfim. Em 2025, a Alma Gêmea Platina, base da Doutor Ulysses, ganharia a Medalha de Ouro no 14ª New Spirit Brasil, o maior concurso destilados do país, da Expo Minas.
Em abril de 2025, a Casa Studart lançou a Doutor Ulysses 12 Anos para celebrar os 40 Anos da Transição Democrática no Brasil. Era um lote de apenas 206 garrafas esquecidas no depósito da destilaria do coronel, muito rápido esgotado. Dois meses depois, lançou a Doutor Ulysses 15 Anos, com apenas 150 garrafas, cuja cachaça estava em dois barris perdidos no depósito, com data de armazenamento registrado em 14 de maio de 2010. Em maio de 2026, a Casa Studart lança a Doutor Ulysses 16 anos, com 120 garrafas, o último lote do legado do coronel Pires Gonçalves.
Reserva Especial, Edição Limitada Comemorativa pelo Bicentenário das Relações Brasil – Reino Unido.
Descrição sensorial
Bebida elegante e marcante, aroma com notas de amêndoas tostadas, chocolate amargo e baunilha. O paladar amadeirado e de especiarias doces. Retrogosto longo e sofisticado que remete a whisky. Harmoniza bem com charutos.
Cachaça destilada em alambique de cobre e envelhecida em barris de carvalho americano novo.
A história
A cachaça Spirit of Brazil foi lançada durante a Copa do Mundo FIFA 2026 em Tributo a Charles Miller, filho da Escócia e pai do futebol brasileiro, e como parte das celebrações pelo Bicentenário das Relações Brasil – Reino Unido.
Na mesma ocasião, foi lançado pela 8 Doors Distillery, da Escócia, o whisky Spirit of Brazil – Single Malt, 28 years. O projeto de reunir os “spirits” (destilados) símbolos das duas nações foi iniciativa dos consulados do Brasil em Edimburgo e Glasglow, Escócia, e do Consulado Geral em Miami.
Os destilados comemorativos ficaram expostos durante a Copa ao lado da bola mais antiga do mundo, de 1540, que foi enviada pelo Museu do Futebol escocês para o Coral Gables Museum, em Miami. Depois da Copa, a bola histórica retornou à Escócia ao lado da cachaça e do whisky Spirit of Brazil, onde permanecerão expostos no Museu do Futebol.
Blend equilibrado, para quem gosta de whisky.
Descrição sensorial
Aroma de frutas secas com um leve defumado. Sabor que remete a whisky, com notas de baunilha e favo de mel. No retrogosto, um tabaco persistente. Combina com carnes vermelhas, especialmente com carnes de caça. Ideal para harmonizar com cachimbos e charutos de intensidade média, ou com o segundo terço.
Próxima safra prevista para outubro de 2026
A história
A cachaça Charles Gordon é uma homenagem a Carlos Guilherme Gordon Studart (1862-1965), um extravagante produtor de cachaça artesanal no Ceará, criador de cavalos de corrida e líder republicano no Império. Fez fortuna no Amazonas, fundou um jornal, foi mantenedor da Santa Casa e superintendente (prefeito) de Manaus.
Fundou uma indústria de cosméticos no Rio de Janeiro, fabricante do Leite de Colônia, desodorante predileto de nossas avós e bisavós. Diariamente, tomava vinho no almoço e destilados antes do jantar, whisky ou sua cachaça. Sempre com charutos. Foi pai aos 91 anos, graças aos destilados. Saboreou a vida intensamente até os 103 anos. É bisavó do mestre cachaceiro.
Extra Premium, Single Cask.
Descrição sensorial
Bebida perfumada e com frutado marcante. Exala aroma complexo, com notas de avelã e o frescor de pera madura. O sabor remete ao cacau. Tem leve picância. Retrogosto com dulçor persistente. Excelente para harmonizar com sobremesas.
Envelhecida em barril único de carvalho americano virgem, do Kentucky, provavelmente o cerne de uma árvore de mais de 300 anos.
Próxima safra prevista para 2027
A história
A cachaça Dona Margot é uma homenagem à antropóloga e escritora Margarida Studart. Nasceu em 1937, em Fortaleza, Ceará. Passou a adolescência em um internato religioso no Rio de Janeiro. Queria ser freira. Mas era noviça rebelde. A madre superiora a recusou. Estudou, casou e teve cinco filhos.
Foi mãe presente e exigente. Depois dos 50 anos, passou a registrar por escrito suas alegrias e tristezas. Logo, escrever virou necessidade. Um dia chegou aos contos eróticos. E assim nasceu a escritora Margarida Studart. Dona Margot, como é conhecida, é mãe do mestre-cachaceiro Hugo Studart.
Bidestilada em alambique de cobre, filtrada cinco vezes e arejada.
Descrição sensorial
Alta licorosidade, baixa acidez, aroma de anis estrelado e um sutil sabor de oliva verde. Prêmios internacionais de qualidade.
Medalha de Ouro no 14º New Spirit Brasil (2025), categoria branca. Medalhas de Prata no Concour Mondial de Bruxelles e no San Francisco World Spirit Competition (2009). Eleita a Cachaça do Ano pela Confraria da Cachaça de Brasília (2005).
A história
A cachaça Alma Gêmea Platina é uma relíquia elaborada com requinte pelo coronel José Antônio Pires Gonçalves (1931-2015). Foi destilada duas vezes em alambique de cobre, filtrada cinco vezes e depois arejada. Em 2005, foi eleita a Cachaça do Ano pela Confraria da Cachaça de Brasília. Em 2009, conquistou Medalhas de Prata no Concour Mondial de Bruxelles e no San Francisco World Spirit Competition.
Em 2010, ganharia Medalha de Ouro em San Francisco com a Alma Gêma Ouro, envelhecida 6 anos no carvalho americano, e com seu rum Barão do Cerrado. O fundador da Alma Gêmea faleceu em 2015. Seus familiares encerraram as atividades da destilaria em 2022. Por ser uma raridade, a Casa Studart Cachaçaria adquiriu o lote remanescente da Alma Gêmea Platina, com 10 anos de descanso em tonéis de aço inoxidável, para oferecer aos nossos apreciadores.
Em 2025, já com a marca da Casa Studart e depois de 10 anos de descanso em tonéis de aço inoxidável, a Alma Gêmea Platina ganhou Medalha de Ouro no 14ª New Spirit Brasil (categoria branca), o maior concurso destilados do país, que naquele ano contou com 600 participantes.
Amburana, para quem gosta de doçura e especiaria.
Descrição sensorial
Bebida perfumada e marcante, com percepção alcoólica leve e sutil. Exala aroma amendoado, com notas adocicadas de baunilha e mel. No paladar, apresenta leve picância que remete ao sabor de especiarias.
A história
A cachaça Velho Bugre Amburana é uma homenagem ao aviador Jonas Alves Corrêa (1933-2020). Nascido em Cáceres – MT, à beira do Pantanal, descendia de índios Bakairi. Desde sempre quis voar. Foi piloto da Força Aérea por 38 anos de 10 aeronaves distintas. Seus amigos o chamavam de Bugre. Depois, de Velho Bugre.
Gerou cinco filhos. Bem-humorado, contava histórias para crianças enquanto desenhava caricaturas. Apreciava obras de arte e vinhos portugueses. Faleceu lúcido, de pé, aos 87 anos. É pai do mestre cachaceiro. Este rótulo leva as cores da Força Aérea Brasileira, azul e prata.
Três madeiras, para começar na casa.
Descrição sensorial
Percepção alcoólica macia, dulçor delicado e aroma frutado, tendendo ao cítrico. Remete ao sabores de baunilha, chocolate e amêndoas.
A história
A cachaça Espírito dos Pireneus é uma homenagem à cidade de Pirenópolis (GO), cidade histórica localizada ao pé da Serra dos Pireneus. Fundada em 7 de outubro de 1727 pelo templário Manoel Rodrigues, de Tomar, Portugal, de início foi batizada com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte. A cidade surgiu em torno da mineração de ouro e é um dos núcleos urbanos mais antigos do estado de Goiás, prestes a completar 300 anos. Localizada a 150 km de Brasília e a 120 km de Goiânia, também é a principal estância turística do Centro-Oeste, com dezenas de pousadas de charme, gastronomia sofisticada e forte viés de ecoturismo.
Como o Mestre-Cachaceiro aquiriu uma propriedade rural na Serra dos Pireneus em 2007, Pirenópolis foi escolhida para ser a sede da Casa Studart Cachaçaria.
Idealizada para harmonizar com charutos intensos, como os puros maduros.
Descrição sensorial
Aroma envolvente, alta licorosidade e corpo aveludado. Notas persistentes de tabaco e retrogosto longo. Envelhecida em barril único de carvalho francês que antes guardou Vinho do Porto Tawny.
Próxima safra prevista para novembro de 2026
A história
A Aficionados 47 nasceu de uma pergunta simples do Mestre-Cachaceiro: qual cachaça aguenta ficar ao lado de um charuto maduro sem desaparecer. A resposta foi um barril único de carvalho francês que antes guardou Vinho do Porto Tawny — e que devolveu à cachaça a licorosidade e o corpo aveludado que o encontro pedia.
O 47 do nome é a graduação alcoólica. Não é força pela força: é o teor em que o tabaco e o destilado se sustentam um ao outro, sem que nenhum dos dois se imponha.
Foi apresentada em Brasília numa noite de harmonização com puros maduros selecionados a dedo, ao lado de sommelier de charutos. Saiu dali como o que sempre foi pensada para ser: uma experiência de dupla, não uma garrafa para beber sozinha.
Ideal para harmonizar com tabacos suaves.
Descrição sensorial
Percepção alcoólica macia e perfil frutado. Perfume e sabor de damasco, maçã e baunilha, com dulçor delicado e final limpo. Envelhecida em duplo carvalho.
Próxima safra prevista para novembro de 2026
A história
A Suave Natasha é a homenagem do Mestre-Cachaceiro à filha, Natasha — artista, professora universitária e mestre em Arte Contemporânea.
Depois de batizar cachaças em memória do bisavô, do coronel e dos personagens que atravessam a história da família, o Hugo dizia que devia à filha alguma coisa muito especial. O que veio foi o oposto da força: um duplo carvalho macio, de dulçor delicado, com perfume e sabor de damasco, maçã e baunilha.
É a garrafa da casa para quem chega achando que não gosta de cachaça — e para harmonizar com tabacos suaves, sem que um cubra o outro.
Resgate de quatro a séculos de história, desde o whisky na Escócia à cachaça no Brasil
Por HUGO STUDART,
Mestre-Cachaceiro
A Casa Studart Cachaçaria foi criada com o objetivo de resgatar uma tradição dos meus ancestrais em destilados, que teve início no Século XVI, quando William Thomas Studart começou a produzir e a comercializar uísque na pequena cidade de Dunbar, sudeste da Escócia, até chegar a meu bisavô, Carlos Guilherme Gordon Studart, de Fortaleza.
Carlos viveu até os 103 anos, lúcido e ativo, tomando diariamente duas doses de uísque escocês ou uma generosa talagada da cachaça artesanal que produzia em seu alambique em Aracati, Ceará. Seus filhos e netos preferiam o vinho do Porto. Coube a mim, Carlos Hugo, assim batizado em homenagem ao bisavô, prosseguir com uma tradição familiar de quase quatro séculos, interrompida em 1965 com o falecimento de Carlos Gordon.
A família Studart tem origem em Northumberland, a região da Grã-Bretanha que separa a Inglaterra da Escócia, cenário das primeiras invasões vikings e, também, das Crônicas Saxônicas do rei Alfredo, O Grande.
O fundador da família, Vlfus Studhlerde, teria chegado a Northumberland em 1066, no Exército de Guilherme, O Conquistador, Duque da Normandia, França, que se tornou o primeiro rei normando da Inglaterra.
O sobrenome é derivado de Stud, cavalo garanhão, com hlerde, rebanho em inglês arcaico. Acredita-se que Vlfus Studhlerde fosse criador de cavalos. Depois o sobrenome derivou para Studart, ou seja, arte de montar ou de criar cavalos, com variadas corruptelas.
Entre 1219 e 1481, foram encontrados registros em diferentes localidades como Cheshire, Yorkshire e York, os nomes de Geoffrey Stodhurd, John the Stodhirde, Richard le Stodehard e Thomas Stoderd. Em 1482, John Studart é registrado em York; é a primeira vez que o sobrenome aparece com essa grafia.

Com o passar dos séculos, os descendentes do normando Vlfus, usando sobrenomes com variadas grafias, foram se estabelecendo nas cidades de Alnwick e Bamburg, em Nortumberland (e daí subindo para Edinburgh e Dunbar), como também em Saint Bees, Cumberland, daí migrando para Glasgow.
Em Glasgow, há os registros de Alexander Arthur (1630) e de Archibald (1645), ambos com a grafia Studart. Outro registro é de John Studart com dois DD, nascido em 1705 em Saint Bees Cumberland. Ainda, seu filho John Studart, com um D, nascido em 1705 também em Saint Bees.
A grafia Stoodart começou a aparecer nos registros das paróquias escocesas no final do Século XVI, provavelmente por conta da perseguição da rainha Elizabeth I, da Inglaterra, aos parentes de sua prima Mary Stuart, rainha da Escócia, decapitada em 1589.

Em fins do Século XV, os escoceses usaram malte de cevada para destilar uma bebida usada pelos médicos árabes medievais, batizada pelos monges beneditinos de aqua vitae, água da vida. Passaram a chamá-la de uisge beatha, água da vida em gaélico. O néctar seria amplamente difundido na Escócia a partir de 1494, quando o rei James IV ordenou a fabricação de 1.500 garrafas de uisge.

Em fins do Século XVI, membros escoceses da família Studart começaram a produzir e a comercializar o novo destilado. Há um registro de 1568, da Cúria de Edimburg, sobre William Thomas Studart, comerciante de uísque em Dunbar, cidade no litoral sul da Escócia.
Alguns Studart do sul da Escócia produziram ou comercializaram whisky por quase dois séculos até que, em 1746, ocorreu a antológica Batalha de Culloden, no qual o Exército da Inglaterra, comandado pelo Duque de Cumberland, filho do rei George II, venceu as tropas do príncipe Charles Edward Stuart, conhecido por Bonnie Prince Charlie, que firmou aliança com rebeldes escoceses, os “jacobitas”, para restaurar o trono católico na Grã-Bretanha. Nos anos subsequentes, a Inglaterra arrasou com a Escócia.

Executou todos os simpatizantes jacobitas, a maioria moradores das terras altas, os highlanders, dissolveu os clãs, proibiu a língua gaélica, a gaita de fole e todas as tradições e da cultura escocesa sob pena de morte. A maior parte dos sobreviventes foi enviada às colônias britânicas a fim de cumprir 14 anos de pena como escravos. Depois eram libertados, mas estavam proibidos de retornar à Escócia.
Teve início então uma grande diáspora. Hoje há muitos membros da família Studart no Brasil, um número bem menos nos Estados Unidos, alguns poucos na Inglaterra e nenhum na Escócia – onde só existe a grafia Stoodart.
Após a Batalha de Culloden, o escocês Edward Gordon Studart conseguiu fugir dos ingleses e chegar à cidade do Porto, Portugal. Estabeleceu-se como comerciante de vinho do Porto. Foi lá que, em 1754, nasceu seu filho Amos, que herdou os negócios do pai. Com o tempo, Amos Studart foi criando fortes laços com a Inglaterra, sobretudo com os industriais da emergente Manchester.
Casou-se com Mary Bradley, com quem teve cinco filhos. Dentre eles, William Chambly Studart, nascido em 1794, que daria continuidade ao novo negócio da família, produção e exportação de vinho. Mais tarde, ele se tornaria cônsul britânico na cidade do Porto.
Em 1827, o cônsul William Chambly conheceria e se casaria com a inglesa Mary Martha Smith, nascida em Worchester, viúva de um nobre português. O filho do novo casal, John William Smith Studart, nasceu em 1828, em Lisboa. Seu pai morreria em 1835, quando o John tinha apenas seis anos.

Em 1840, aos 11 anos, John William desembarcaria em Fortaleza, Ceará, seguindo os passos do meio-irmão mais velho, o Barão José Smith de Vasconcelos. John retornaria algumas vezes a Portugal e à Inglaterra, mas foi o Ceará que escolheu para trabalhar e formar família.
O braço da família Studart que emergiu em Portugal e se estabeleceu no Ceará acabou por cortar os laços com a Escócia. Mas não com os destilados.
John William casou-se com Leonísia Castro Barbosa, filha de um influente líder político do Estado com terras em Sobral e usina de açúcar em Aracati, onde era produzida uma aguardente de cana. Eles tiveram 13 filhos, sendo que 10 deles receberam os nomes Guilherme ou Guilhermina.

O primogênito, Guilherme Chambly Studart, o Barão de Studart, médico, historiador e líder abolicionista, foi um dos intelectuais e líderes políticos mais relevantes da região na transição do Império para a República Velha. Era um leal amigo do imperador Pedro II e católico fervoroso com fortes laços com a Santa Sé, no Vaticano. Sua maior relevância histórica foi ter sido o principal líder da campanha que acabou com a escravidão no Ceará quatro anos antes da Lei Áurea.

Mas foi o sexto filho de John William, Carlos Guilherme Gordon Studart, meu bisavô, quem herdou o gosto pelos destilados e, sobretudo, pelos prazeres da vida. Era farmacêutico de formação, mas tinha forte vocação para os negócios. Também cultivava algumas paixões. Uma delas, o turfe. Era criador de cavalos de corrida ingleses.
Outra paixão era a política. Carlos Gordon era militante republicano. Quando o Império ruiu, fundou o Partido Republicano Democrático no Ceará e levou quase todos os homens da família para a militância. Em 1891, os ventos mudaram. O presidente Floriano Peixoto deu um golpe de Estado, fechou o Congresso e suspendeu todos os direitos constitucionais. Floriano tinha por costume mandar enforcar ou degolar seus adversários.
No Ceará, os aliados do ditador depuseram o presidente da Província e tomaram o poder por mais de uma década. Liberal e humanista, Carlos Gordon estava do outro lado. Teve então que fugir de Fortaleza em um de seus cavalos de corrida para não ser degolado. Encontrou refúgio seguro na fazenda da família materna em Acarati.

Carlos permaneceu por longos sete anos exilado na fazenda. Foi quando começou a aperfeiçoar o processo de produção de cachaça artesanal, sua nova paixão. Afinal, era químico, farmacêutico. Em 1898 ele fez acordo para retornar à Fortaleza. Em troca, toda a família seria obrigada a abandonar a política. Então passou a se dedicar aos negócios.
Foi um dos incorporadores do Banco do Ceará, mas logo se mudaria para Manaus, onde se tornou um grande exportador de borracha. Virou mantenedor da Santa Casa. Fundou o jornal O Amazonas, do qual foi redator-chefe. Eleito o vereador mais votado da capital, presidiu a Câmara dos Vereadores e acabaria superintendente (prefeito) de Manaus.
Em 1912, teve que fugir de Manaus por conta por causa da política. Então fundou uma indústria de cosméticos no Rio de Janeiro, fabricante do Leite de Colônia, o desodorante predileto de nossas avós. A fórmula era sua, naturalmente.
Por volta dos 60 anos, Carlos Studart sofreu de uma síncope cardíaca enquanto em viagem pela Europa. Consultou um cardiologista em Paris. O médico teria ficado preocupado com a gravidade do diagnóstico e incisivo na prescrição:
“O Sr. está muito velho, tem que parar imediatamente com as extravagâncias” – teria dito. “Pas de tabac, pas d’alcool, pas de femmes” – nada de tabaco, nada de álcool, nada de mulheres.
Reza a lenda em família que Carlos teria ficado arrasado por uns três ou quatro dias. Então tomou a grande decisão de sua vida: morrer em grande estilo. Passou no Quartier Latin e contratou duas coristas para voltar com ele na cabine do navio, duas, bebendo champagne, whisky e fumando charutos.
E assim prosseguiu até o final da vida. Todos os dias, Carlos degustava vinho do Porto após o almoço e, antes do jantar, fumava um charuto em harmonização com um destilado. Ou um cálice do conhaque português Macieira; ou duas doses do puro malte Compass; ou, ainda, uma boa talagada da cachaça artesanal que mandava vir do alambique da família em Aracati.
Graças à paixão pelos bons destilados, Carlos teve uma filha aos 91 anos. Foi uma grande alegria. Aos 96, sua amante da ocasião ficou grávida; ele quis reconhecer a criança, mas a mãe informou que o pai era de outro. Ficou furioso. Faleceu com 103 anos, alegre e lúcido, distribuindo balas coloridas para as crianças, flertando com mulheres, fumando charutos e, sobretudo, saboreando bons destilados.
Seus filhos e netos, a começar por meu avô Carlos Studart Filho, nenhum deles tomava uísque ou cachaça com regularidade. A preferência geral na família sempre foi o Porto.
Coube a mim, Carlos Hugo, resgatar a tradição pelos destilados a partir de um forte desejo imanente pela alquimia, a ideia de transformar a cachaça bruta em ouro com sabor e odor.
E que os espíritos do normando Vlfus, do escocês William Thomas e do extravagante cearense Carlos Gordon estejam sempre a me inspirar.

Cada um de nós carrega na alma um desejo imanente, uma força imaginária que não se pode ver ou tocar, contudo, é real, posto que nos impulsiona em direção à materialização dos sonhos. Esse desejo imanente pode ter origens variadas, a começar pela tradição familiar registrada em nosso DNA.
Sou cruza de pai pantaneiro com mãe cearense. Meu falecido pai, Jonas, apelido Velho Bugre, iniciou-me nos vinhos portugueses quando completei 13 anos. Minha mãe, Margarida, não gosta de álcool, contudo, transmitiu-me o legado de nossos ancestrais pelos destilados.
Nasci em Natal, RN, a 08 de junho de 1961, no exato momento no qual o Sputnik lançou o primeiro homem ao espaço. Fui jornalista e professor por ganha-pão, historiador por vocação e, desde sempre, alquimista por paixão.
Já na primeira infância lia muito sobre a Alquimia. Sonhava ser alquimista. No início da adolescência, virei perfumista. Adulto, muito cedo tornei-me um apreciador dos destilados. Primeiro o conhaque; por um longo tempo, o uísque. À medida em que meu paladar e olfato foram se lapidando, tornei-me um aficionado pelas cachaças artesanais de alambique, o melhor destilado do mundo.
Tem pelo menos 20 anos que acalento o desejo de virar um alquimista da cachaça – especialista em transmutar a matéria bruta em ouro com sabor e odor.
Quando completei 60 anos, tomei as providências para materializar esse desejo imanente herdado de meus ancestrais da Escócia. Foi um longo e tortuoso caminho até chegar a este estágio da vida.
De estudos acadêmicos, cursei graduação em Jornalismo, especialização em Ciência Política, mestrado e doutorado em História Política. Trabalhei por longos 30 anos como jornalista profissional. Atuei como repórter político e econômico, editor, colunista e diretor nos principais veículos do país, como Jornal do Brasil, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo; revistas Veja e IstoÉ.
Como professor universitário, lecionei Jornalismo, Ciência Política e História em instituições como Universidade Católica de Brasília, Faculdade Cásper Líbero – SP, Ibmec e Universidade de Brasília. Como ecologista, plantei cerca de 10 mil árvores nativas em quatro diferentes áreas do cerrado, sobretudo em minha propriedade rural em Pirenópolis, G0.
Foi assim que, com muitas idas e vindas, fluxos e afluxos, escolhi essa cidade histórica do interior de Goiás para materializar o sonho de infância, a alquimia, transmutando matéria bruta em cachaça de qualidade.
Acredito ter sido um bom jornalista, um professor versátil, um historiador reconhecido e um plantador de árvores dedicado. Espero também conseguir ser um mestre cachaceiro criativo.
O caminho mais rápido é o WhatsApp — você fala direto com quem faz a cachaça.
Acompanhe os seus pedidos e guarde o endereço para comprar mais rápido da próxima vez.
Carregando sua conta…
Abrindo o checkout da loja…
CASA STUDART / FICHAS SENSORIAIS
Informações técnicas, notas sensoriais e registros dos rótulos.









Composição editada com IA. Maçã verde e cítrico ilustram descritores sensoriais, não ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 01
Reserva Suprema
Notas de tabaco, amêndoas e bergamota no aroma; maçã verde e pimenta no paladar, com permanência cítrica e defumada.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
A descrição reúne a nota de tabaco, o caráter amendoado e a referência cítrica específica da casca de bergamota. Não estabelece uma ordem de intensidade entre elas.
A maçã verde é a referência frutada em boca. A pimenta aparece como uma nota discreta; o texto não informa o nível de acidez ou de dulçor.
O retrogosto é descrito como persistente, com notas cítricas e defumadas. Não há duração medida ou indicação de qual dessas notas permanece por mais tempo.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
O processo acima se refere à base mencionada no histórico. A madeira e o tratamento do lote desta edição ainda precisam de confirmação específica.
Composição editada com IA. Pera e avelãs ilustram descritores sensoriais, não ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 04
Extra Premium · Single Cask
Avelã e pera madura no aroma, cacau e leve picância em boca, com dulçor persistente no retrogosto.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
A fonte descreve um aroma frutado marcante, com notas de avelã e referência ao frescor de pera madura. Não há escala de intensidade para cada descritor.
O sabor remete ao cacau, acompanhado de leve picância. Corpo e textura não são especificados no texto de origem.
O dulçor aparece especificamente no retrogosto, descrito como persistente. A ficha não informa seu nível ou a duração do final.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
A identificação do barril e do lote não está disponível no material consultado.
Composição ilustrativa editada com IA. Os elementos da imagem não representam ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 02
Special Reserve
Aromas de amêndoas tostadas, chocolate amargo e baunilha. Paladar amadeirado e de especiarias doces, com retrogosto longo que remete a whisky.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
A descrição atual reúne amêndoas tostadas, chocolate amargo e baunilha, sem indicar uma escala de intensidade entre essas notas.
Paladar amadeirado, com notas de especiarias doces. A descrição não quantifica dulçor, acidez ou textura.
O retrogosto é descrito como longo, com referência a whisky. Não há duração medida informada.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
Composição editada com IA. Frutas secas e baunilha ilustram descritores sensoriais, não ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 03
Extra Premium · 3 madeiras
Frutas secas e leve defumado no aroma, baunilha e favo de mel no paladar, seguidos por tabaco persistente.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
O aroma é descrito com frutas secas e uma presença leve de defumado. A fonte não nomeia as frutas nem atribui intensidade ao conjunto aromático.
Baunilha e favo de mel são as referências de sabor registradas. Esses descritores não equivalem a uma medida de açúcar ou a uma declaração de ingredientes.
A nota de tabaco é situada no retrogosto e descrita como persistente. Não há informação sobre duração em segundos ou outras notas nessa etapa.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
O arquivo informa três madeiras, mas não identifica quais são nem as proporções do blend.
Composição editada com IA. Anis estrelado e azeitonas verdes ilustram descritores sensoriais, não ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 05
Platina
Anis estrelado no aroma e um sabor sutil de oliva verde, com baixa acidez e alta licorosidade registradas na descrição.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
O anis estrelado é o descritor aromático informado. A fonte não acrescenta notas secundárias nem caracteriza a intensidade do aroma.
A referência de sabor é a oliva verde, descrita como sutil. Baixa acidez e alta licorosidade completam o registro da sensação em boca; não são resultados de análise laboratorial.
Descrição a completar
O material consultado não descreve o final. As notas remanescentes e a persistência precisam ser informadas pelo produtor.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
Estes dados se referem à Alma Gêmea Platina. Não foram incorporadas informações da variante Ouro.
Composição editada com IA. Amêndoas e baunilha ilustram descritores sensoriais, não ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 06
Amburana
Aroma amendoado, com baunilha e mel, percepção alcoólica leve e sutil e notas de especiarias com leve picância em boca.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
O aroma é descrito como amendoado, com notas adocicadas de baunilha e mel. A referência adocicada pertence ao aroma; o texto não informa o nível de dulçor no paladar.
A descrição registra leve picância remetendo a especiarias, sem especificar quais. A percepção alcoólica é apresentada como leve e sutil.
Descrição a completar
Não há descritores de retrogosto no arquivo consultado. As notas finais e a persistência permanecem pendentes de registro.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
O rótulo fotografado e as especificações correspondem à apresentação de 700 ml e 40% vol.
Composição editada com IA. Cítrico e amêndoas ilustram descritores sensoriais, não ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 07
Carvalho, Amburana e Bálsamo
Aroma frutado com tendência cítrica, notas de baunilha, chocolate e amêndoas em boca, dulçor delicado e percepção alcoólica macia.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
A descrição aponta um aroma frutado que tende ao cítrico. Não especifica frutas, notas secundárias ou intensidade aromática.
As três referências de sabor são acompanhadas de dulçor delicado. A percepção alcoólica é descrita como macia, sem caracterização adicional de corpo ou viscosidade.
Descrição a completar
O final não foi descrito no material disponível. Não se atribuiu persistência às notas de paladar sem um registro específico dessa etapa.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
A fonte não informa a espécie do carvalho, as proporções ou a sequência de passagem pelas madeiras.
Composição editada com IA. Damasco e maçã ilustram descritores sensoriais, não ingredientes.
FICHA SENSORIAL / 09
Duplo Carvalho
Damasco, maçã e baunilha descritos no aroma e no sabor, com dulçor delicado, percepção alcoólica macia e final limpo.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
As notas aromáticas registradas são damasco, maçã e baunilha. A descrição caracteriza o perfil como frutado, sem ordenar essas notas por intensidade.
As mesmas referências de fruta e baunilha aparecem no sabor. O dulçor é descrito como delicado e a percepção alcoólica como macia.
O final é descrito como limpo. A fonte não informa a persistência nem quais notas permanecem após a percepção inicial em boca.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL
Ilustração editada com IA a partir do material fornecido. Fotografia documental do rótulo ainda pendente.
FICHA SENSORIAL / 08
Porto Tawny · Single Cask
Alta licorosidade e corpo aveludado no registro de boca, com notas persistentes de tabaco e retrogosto longo.
AS ETAPAS DA PERCEPÇÃO
Aromas, sabores e sensações organizados por etapa.
Descrição a completar
A fonte não discrimina notas exclusivas de aroma. A nota de tabaco está registrada no perfil geral, sem uma separação completa entre percepção no nariz e em boca.
O material enfatiza a sensação de boca: alta licorosidade e corpo aveludado. Não apresenta uma escala de corpo, acidez ou dulçor.
Notas persistentes de tabaco e retrogosto longo são registrados na descrição. O termo longo é qualitativo; não há tempo de persistência medido.
Os descritores são referências de percepção, não uma lista de ingredientes. Não representam notas de qualidade nem medições de intensidade.
CARACTERÍSTICAS REGISTRADAS
Características descritas na ficha de origem.
ORIGEM DO PERFIL